A vizinhança para quem mora em prédio, muitas vezes, é desconhecida. É o meu caso. No máximo um “Oi, bom dia (tarde, noite)!”, não passa disso. Às vezes, um segura o elevador para o outro subir; ajuda a carregar as compras do supermercado, mas nada além. Só resolvem se conhecer quando acontece algum problema: uma música muito alta, muita gente gritando ao mesmo tempo num apartamento minúsculo, daí , já viu, é campainha tocando, interfone, tudo junto. No outro dia, bronca do síndico.
Engraçado que ninguém pode reclamar do som ALTÍSSIMO de Calipso, já pela manhã em pleno sábado, domingo ou feriado. Nada contra (nem tampouco a favor) a banda, contudo, são dias em que pretendemos descansar, dormir até um pouco mais tarde, enfim. O fato é que acordar com certos gritinhos estridentes de “a lua me traiuuuu” ou “isso é calipsoooo”, que atravessam as paredes nada finas q ligam os apartamentos, não é o meu despertador favorito.
Pois bem, viver e conviver com pessoas diferentes da gente, com costumes e hábitos completamente distintos dos nossos, não é tarefa das mais fáceis, porém não podemos parar de viver por isso. Afinal de contas, a vida tem que continuar, com ou sem vizinhos!
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
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