Com o intuito de abrigar as famílias que vinham para Capital com a idéia de vida melhor e fazer fortuna, surge Samambaia em 1985, como outra tentativa do governo de fornecer o mínimo de estrutura para essas pessoas.
Segundo o Censo de 2000, são 63.000 habitantes morando nos dois bairros, se assim podem ser chamadas as duas Samambaias, Sul e Norte.
A inspiração de nomear a região administrativa (RA) veio de um córrego que se perdeu entre as construções como outros tantos em todo DF.
Samambaia surgiu como alternativa do governo de distanciar cada vez mais os operários de sua obra, a Capital. Dessa forma, quem morasse no Plano não vislumbraria a péssima condição em que viviam essas famílias. O problema estaria isolado. Os desbravadores chegavam em um descampado com o mínimo de saneamento básico, pias comunitárias, esboços de ruas na pura terra roxa, e casas feitas de resto de madeira e lona. O transporte até pouco tempo era algo inconcebível em todo o DF, poucos ônibus velhos e quebrados.
Não deixa de ser humor negro que em volta da Capital sonhada por Dom Bosco, como muitos acreditam, prometida por JK, realizada a partir do Plano Piloto de Lúcio Costa e embelezada pela arquitetura de Niemayer, exista um anel efervescente de ruas mal pavimentadas, construções irregulares feitas por arquitetos autodidatas.
Em Sambeverly Rios, o mar é o córrego, os conversíveis a gente troca por um fusquinha do tipo barulhento, mas mesmo assim Samambaia tem seu glamour.
Segundo o Censo de 2000, são 63.000 habitantes morando nos dois bairros, se assim podem ser chamadas as duas Samambaias, Sul e Norte.
A inspiração de nomear a região administrativa (RA) veio de um córrego que se perdeu entre as construções como outros tantos em todo DF.
Samambaia surgiu como alternativa do governo de distanciar cada vez mais os operários de sua obra, a Capital. Dessa forma, quem morasse no Plano não vislumbraria a péssima condição em que viviam essas famílias. O problema estaria isolado. Os desbravadores chegavam em um descampado com o mínimo de saneamento básico, pias comunitárias, esboços de ruas na pura terra roxa, e casas feitas de resto de madeira e lona. O transporte até pouco tempo era algo inconcebível em todo o DF, poucos ônibus velhos e quebrados.
Não deixa de ser humor negro que em volta da Capital sonhada por Dom Bosco, como muitos acreditam, prometida por JK, realizada a partir do Plano Piloto de Lúcio Costa e embelezada pela arquitetura de Niemayer, exista um anel efervescente de ruas mal pavimentadas, construções irregulares feitas por arquitetos autodidatas.
Em Sambeverly Rios, o mar é o córrego, os conversíveis a gente troca por um fusquinha do tipo barulhento, mas mesmo assim Samambaia tem seu glamour.
Um comentário:
amiga, adoreiiiiiiiiii o título da matéria!!!
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