
(Imagens meramente ilustrativas)Samambaia sempre foi um lugar de área verde extensa, em geral cercada por grandes fazendas. Entre essas fazendas passam alguns córregos e nascentes que deságuam no Rio Descoberto (GO). Apesar de sua vegetação ser o cerrado, o local é muito abençoado na área de plantações. Como diria Pero Vaz de Caminha, em se plantando tudo dá. Eu diria que quase tudo. No local onde moro, mais propriamente na fazenda do post anterior que virou chácara, pode-se saborear algumas frutas, como mangas de muitas espécies, jabuticaba, pitanga, goiaba, caju, conde e amora, entre outras.
Talvez essa fertilidade toda possa ser atribuída ao terreno, de onde brotam nascentes por vários lugares. Mas essa também é uma preocupação de alguns dos novos moradores, pois essas nascentes podem inutilizar o terreno para construção.
Se Samambaia se preocupa com o terreno, os animais se preocupam ainda mais. Alguns espécimes como periquitos, micos e cobras, que são os animais de que se tem notícia na área, perderam seu espaço. Onde ficavam as grandes fazendas, com muitas árvores, campo aberto e frutas, onde eles podiam se alimentar viraram condomínios. Rodeados de casas, os animais ficam restritos ao espaço verde que ainda não foi desmatado. Os animais não podem transitar livremente para ir até as frutas sem serem caçados por crianças e adultos que acham a natureza bela e querem trancafia-las.
A presença dos “moradores mal-educados” não contribui em nada para a preservação do meio ambiente. Quase não há mais animais, a água dos córregos está poluída e há muitas queimadas e acúmulo de lixo em alguns terrenos. Em resumo, a fauna e a flora saíram perdendo com a urbanização do local. Essa é uma luta difícil de ser vencida pelo meio ambiente. Num lugar onde só se pensa em novas construções talvez ainda seja válido investir em educação ambiental, pois o homem não vive se outras espécies também não viverem.
Talvez essa fertilidade toda possa ser atribuída ao terreno, de onde brotam nascentes por vários lugares. Mas essa também é uma preocupação de alguns dos novos moradores, pois essas nascentes podem inutilizar o terreno para construção.
Se Samambaia se preocupa com o terreno, os animais se preocupam ainda mais. Alguns espécimes como periquitos, micos e cobras, que são os animais de que se tem notícia na área, perderam seu espaço. Onde ficavam as grandes fazendas, com muitas árvores, campo aberto e frutas, onde eles podiam se alimentar viraram condomínios. Rodeados de casas, os animais ficam restritos ao espaço verde que ainda não foi desmatado. Os animais não podem transitar livremente para ir até as frutas sem serem caçados por crianças e adultos que acham a natureza bela e querem trancafia-las.
A presença dos “moradores mal-educados” não contribui em nada para a preservação do meio ambiente. Quase não há mais animais, a água dos córregos está poluída e há muitas queimadas e acúmulo de lixo em alguns terrenos. Em resumo, a fauna e a flora saíram perdendo com a urbanização do local. Essa é uma luta difícil de ser vencida pelo meio ambiente. Num lugar onde só se pensa em novas construções talvez ainda seja válido investir em educação ambiental, pois o homem não vive se outras espécies também não viverem.
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