Um lugar para viver bem...
Moro no Riacho Fundo I há um ano e faço parte das estatísticas que mostram que seis por cento da população residente aqui veio da Bahia. 44 por cento das famílias do Riacho Fundo nasceram no Distrito Federal, mas há pessoas de vários outros estados, como mostra pesquisa divulgada no site www.riachofundo.df.gov.br. Alguns vêm de Minas, outros de Goiás, Piauí e cinco por cento são cearenses.
Segundo a Codeplan, em uma pesquisa realizada em 1997, os níveis de escolaridade do Riacho são intermediários e encontram-se num nível logo abaixo de regiões como Lago Sul, Cruzeiro e Guará, as quais possuem poder aquisitivo significativamente maior.
A Região Administrativa do Riacho Fundo foi desmembrada do Núcleo Bandeirante em dezembro de 1993. Porém, a data de comemoração do seu aniversário é 13 de março de 1990, quando os moradores das invasões da Telebrasília e outras localidades do DF foram transferidos para cá.
O local originou-se da granja de mesmo nome, que se localizava às margens de um dos córregos existentes na região, o córrego Riacho Fundo que inspirou o nome da cidade/ do bairro.
O antigo assentamento do programa de erradicação de invasões se transformou na 17ª Região Administrativa do Distrito Federal. A divisão nas duas regiões administrativas do Riacho Fundo I e II foi estabelecida em julho de 2003, segundo informações do site do GDF.
A quase totalidade da população do Riacho vive na área urbana. Apenas cinco por cento concentra-se na rural.
De acordo com outra pesquisa feita pela Codeplan em 2004, a população urbana do Riacho Fundo I foi estimada em 26.093 habitantes, o que representa um total de 0,7 por cento da população do DF.
O Riacho Fundo I não tem apenas a função de dormitório para seus moradores. Aqui, as pessoas vivem, trabalham, estudam. O comércio local dispõe de várias lojas, empregando um grande número de moradores. Têm-se ainda agências dos bancos mais conhecidos, agência dos Correios, Casa Lotérica, auto-escolas, colégios públicos e particulares, farmácias, inúmeros restaurantes, pizzarias, bares, lanchonetes, sorveterias, rede de fast food, salões de beleza, oficinas e postos de gasolina. Os moradores daqui têm, portanto, todas as condições de vida e bem-estar a que qualquer cidadão tem direito, não precisando deslocar-se para muito longe a fim de adquirir algum produto ou serviço de que necessite.
Moro no Riacho Fundo I há um ano e faço parte das estatísticas que mostram que seis por cento da população residente aqui veio da Bahia. 44 por cento das famílias do Riacho Fundo nasceram no Distrito Federal, mas há pessoas de vários outros estados, como mostra pesquisa divulgada no site www.riachofundo.df.gov.br. Alguns vêm de Minas, outros de Goiás, Piauí e cinco por cento são cearenses.
Segundo a Codeplan, em uma pesquisa realizada em 1997, os níveis de escolaridade do Riacho são intermediários e encontram-se num nível logo abaixo de regiões como Lago Sul, Cruzeiro e Guará, as quais possuem poder aquisitivo significativamente maior.
A Região Administrativa do Riacho Fundo foi desmembrada do Núcleo Bandeirante em dezembro de 1993. Porém, a data de comemoração do seu aniversário é 13 de março de 1990, quando os moradores das invasões da Telebrasília e outras localidades do DF foram transferidos para cá.
O local originou-se da granja de mesmo nome, que se localizava às margens de um dos córregos existentes na região, o córrego Riacho Fundo que inspirou o nome da cidade/ do bairro.
O antigo assentamento do programa de erradicação de invasões se transformou na 17ª Região Administrativa do Distrito Federal. A divisão nas duas regiões administrativas do Riacho Fundo I e II foi estabelecida em julho de 2003, segundo informações do site do GDF.
A quase totalidade da população do Riacho vive na área urbana. Apenas cinco por cento concentra-se na rural.
De acordo com outra pesquisa feita pela Codeplan em 2004, a população urbana do Riacho Fundo I foi estimada em 26.093 habitantes, o que representa um total de 0,7 por cento da população do DF.
O Riacho Fundo I não tem apenas a função de dormitório para seus moradores. Aqui, as pessoas vivem, trabalham, estudam. O comércio local dispõe de várias lojas, empregando um grande número de moradores. Têm-se ainda agências dos bancos mais conhecidos, agência dos Correios, Casa Lotérica, auto-escolas, colégios públicos e particulares, farmácias, inúmeros restaurantes, pizzarias, bares, lanchonetes, sorveterias, rede de fast food, salões de beleza, oficinas e postos de gasolina. Os moradores daqui têm, portanto, todas as condições de vida e bem-estar a que qualquer cidadão tem direito, não precisando deslocar-se para muito longe a fim de adquirir algum produto ou serviço de que necessite.
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