Moro no Setor o, bairro da cidade satélite Ceilândia. Nunca me interessei pelo bairro, sempre fui mais uma no meio da população. O meu desinteresse, não sei de onde vem, mas fui instigada a descobrir o que o meu bairro tem a oferecer a mim e aos demais moradores.
A semana foi passando e uma pergunta não saiu da minha cabeça. Será que sempre vivi na tão falada caverna de Platão? Percebi que só vejo a luz solar quando saiu para ir à universidade e quando regresso a minha casa. Não sei quem são os meus vizinhos, o que eles fazem, nem o que pensam a respeito do bairro em que moramos.
Com minha nova meta, meu olhar não hesitou em observar tudo em minha volta. No fim de semana as ruas são invadidas por crianças. É um corre-corre, uma gritaria, gargalhas constantes, uma verdadeira festa. Ninguém está preocupado em permanecer limpo, nem ficar calçado. É certo que está é uma imagem é de uma cidade do interiro, mas o mais interessante é que em meio ao avanço cotidiano, as crianças ainda tentam recuperar antigos hábitos.
No decorrer da semana a imagem é outra. O bairro fica calmo, as ruas silenciosas. Só se escuta os carros passarem, algum burburinho é possível ouvir e quando escuto, sei que são as crianças e os adolescentes indo ou voltando das escolas existentes no bairro. Mas a agitação que me impressionou, não está presente.
Descobrir que ao entardecer é possível ver o sol se por sobre o lago formado pela barragem do rio descoberto. O sol que eu não percebia, não observava e que não apreciava. O céu se torna alaranjado, a barragem vira um esplêndido espelho, o brilho impressiona. Agora a pergunta que não quer calar é: por que demorei tanto a descobrir tudo isso?
A semana foi passando e uma pergunta não saiu da minha cabeça. Será que sempre vivi na tão falada caverna de Platão? Percebi que só vejo a luz solar quando saiu para ir à universidade e quando regresso a minha casa. Não sei quem são os meus vizinhos, o que eles fazem, nem o que pensam a respeito do bairro em que moramos.
Com minha nova meta, meu olhar não hesitou em observar tudo em minha volta. No fim de semana as ruas são invadidas por crianças. É um corre-corre, uma gritaria, gargalhas constantes, uma verdadeira festa. Ninguém está preocupado em permanecer limpo, nem ficar calçado. É certo que está é uma imagem é de uma cidade do interiro, mas o mais interessante é que em meio ao avanço cotidiano, as crianças ainda tentam recuperar antigos hábitos.
No decorrer da semana a imagem é outra. O bairro fica calmo, as ruas silenciosas. Só se escuta os carros passarem, algum burburinho é possível ouvir e quando escuto, sei que são as crianças e os adolescentes indo ou voltando das escolas existentes no bairro. Mas a agitação que me impressionou, não está presente.
Descobrir que ao entardecer é possível ver o sol se por sobre o lago formado pela barragem do rio descoberto. O sol que eu não percebia, não observava e que não apreciava. O céu se torna alaranjado, a barragem vira um esplêndido espelho, o brilho impressiona. Agora a pergunta que não quer calar é: por que demorei tanto a descobrir tudo isso?
Por Karina Ferraz
Um comentário:
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