A tarefa a princípio simples de perceber a comunidade e a vizinhança onde moramos se tornou um problema durante a semana. Afinal, foi ai que eu percebi que sequer sei o nome de quem mora ao meu lado e não faço idéia se existe uma comunidade organizada para resolver os interesses do bairro.
Recorri ao dicionário para ter certeza de que estava fazendo a associação correta. Entre as definições do Aurélio uma me chamou a atenção, seria um grupo de pessoas irmanado por uma mesma herança cultural e histórica. Concluí que realmente não estou inserida na comunidade e nunca percebi o fato por não possuir nenhum elo com ela, já que pertenço a outro estado e moro ali há pouco tempo.
Ainda seguindo a mesma linha de raciocínio me dei conta de que sabia do que se tratava o tal fenômeno, já que onde morei anteriormente apresentava todas essas características e era fácil percebê-las. Meu pai fazia parte da associação de moradores do bairro e o espírito de vizinhança era comum, um sempre estava pronto para ajudar o outro. Apesar da correria do dia-a-dia esse espaço de convivência não deixava de existir. Se acabasse o açúcar na sua casa e não tivesse um mercadinho aberto para comprar era só recorrer ao vizinho mais próximo.
Todos esses fatores me levaram a perceber as mudanças que ocorreram com o passar dos anos nas minhas relações com a comunidade e a vizinhança, elas simplesmente passaram de um nível avançado de cooperação à inexistência.
Recorri ao dicionário para ter certeza de que estava fazendo a associação correta. Entre as definições do Aurélio uma me chamou a atenção, seria um grupo de pessoas irmanado por uma mesma herança cultural e histórica. Concluí que realmente não estou inserida na comunidade e nunca percebi o fato por não possuir nenhum elo com ela, já que pertenço a outro estado e moro ali há pouco tempo.
Ainda seguindo a mesma linha de raciocínio me dei conta de que sabia do que se tratava o tal fenômeno, já que onde morei anteriormente apresentava todas essas características e era fácil percebê-las. Meu pai fazia parte da associação de moradores do bairro e o espírito de vizinhança era comum, um sempre estava pronto para ajudar o outro. Apesar da correria do dia-a-dia esse espaço de convivência não deixava de existir. Se acabasse o açúcar na sua casa e não tivesse um mercadinho aberto para comprar era só recorrer ao vizinho mais próximo.
Todos esses fatores me levaram a perceber as mudanças que ocorreram com o passar dos anos nas minhas relações com a comunidade e a vizinhança, elas simplesmente passaram de um nível avançado de cooperação à inexistência.
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